Mais batons Hydra Extreme Matte da Maybelline

Como havia mencionado no post dos outros batons Hydra Extreme Matte (falei do Play Peach, Plum Me e Forever Red AQUI), estava interessada em duas outras cores: o vermelho mais escuro e o suposto laranja. Comprei!

 

Como eu mencionei no outro post, as informações relevantes, como ingredientes e validade ficam no lacre transparente. A embalagem é bem normalzinha – é melhor que muitos produtos de farmácia, mas a base não é muito firme, as peças soltam com facilidade (principalmente a parte prata que fica no meio da embalagem). E não tenho tanta certeza que os batons foram feitos para o clima do Brasil, parece que alguns batons são mais propensos a derreter e sair da base do tubo – e com isso eles quebram mais facilmente (colocar uns 5 minutos na geladeira ajuda).

 Da esquerda: Red Revolution e Nectarine juice (com flash)

 Da esquerda: Red Revolution e Nectarine juice (sem flash)

 Da esquerda: Red Revolution e Nectarine juice (com flash)

 Da esquerda: Red Revolution e Nectarine juice (sem flash)

Comprei o Red Revolution nas Lojas Americanas, por R$15,99. É realmente um vermelho mais escuro, adorei a cor e o efeito nos lábios é maravilhoso. Gostei muito da cobertura – com somente uma camada, fica super vermelho. Não é nada seco, por mais que seja bem matte. Ainda quero um vermelho mais escuro!

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O outro batom, o Nectarine Juice, que comprei por R$16,90 na Renner. O Nectarine Juice é mais coral que laranja – achei que ele seria algo mais próximo do Morange (MAC), mas ele é mais vermelho que isso. Achei a cor bonita, mesmo não sendo a cor que eu esperava. O único detalhe é que a cobertura desse não fica tão perfeita, destacando um pouco das falhas dos lábios.

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Parece que o acabamento matte da Maybelline funciona melhor para tons mais escuros (principalmente os vermelhos) – isso significa que nos tons mais escuros as falhas dos lábios não são tão acentuadas. Para quem curte tons mais escuros, como eu, os batons matte da Maybelline podem ser uma boa opção (tanto pelo preço, pigmentação, acabamento e outras qualidades). Será que a Maybelline vai investir mais nessa linha?

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Batom Vult cor 31

Ok, falei que ia parar de comprar batons nacionais baratos (por causa de experiências anteriores não muito agradáveis), mas não resisti. Quando vi esse batom da Vult, achei a cor muito promissora. A Vult está com uns produtos bons e pigmentados (além de serem produtos bem baratinhos). 

A cor é um roxo quase rosa. O batom tem aqueles cheiros característicos de batons mais baratos. E apesar de ter que passar o batom umas 5 vezes ou mais para que a cobertura fique completa, achei que o batom valeu. Não fica com aquele aspecto oleoso, a cor fica uniforme, dura umas duas horas… Só a embalagem que é realmente péssima (principalmente frouxa) e corre o risco de o batom quebrar fácil ou bater na tampa (e com isso perde-se produto).

Por mais que não seja o melhor batom do mundo e não tenha aquela coisa de cobrir em uma só camada ou longa duração, esse batom é uma boa opção nacional para quem procura uma cor que fuja um pouco dos tons clássicos e não se atraiu por produtos de outras marcas nacionais (meu caso). Foi uns R$7,50 numa loja de beleza aqui de BH e me deixou tão animada quanto o lápis neon para testar outros produtos da marca.

A Vult podia investir em mais cores diferentes =)

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Um look preto e branco

Tem um grupo do Facebook que eu participo que toda semana lança um desafio: você deve fazer um look de maquiagem seguindo um tema. Eu to meio away do Facebook nas últimas semanas, mas mesmo assim decidi brincar porque eu tava com saudades de brincar de maquiagem. O tema dessa semana foi Preto & Branco!

 

Usei, portanto, o candy eyed eyeshadow helper da Lime Crime, a sombra Top Hattie da Lime Crime, a sombra Stella da Sugarpill, a caneta delineadora da Oceane Femme, o rímel da Lumi Cosméticos, o lápis preto da Natura Faces e o batom Styletto da Lime Crime.

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Gostei bastante do look, e eu o fiz em menos de 15 minutos (o que foi bem rápido). E pelas fotos, acho que eu melhorei um pouco no quesito delineado e também no quesito mesclar sombras =)

(Mais fotos no meu FLICKR)

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Unhas e make do fim de semana

Acabei comprando o esmalte Husky da linha Dogs da Risqué. É um azul MUITO bonito – acho que estou meio viciada nesse tom de azul. Só que deu MUITAS bolinhas, como é possível ver na foto.

Três dias depois, eu até trocaria de esmalte, mas a preguiça falou mais alto e no final das contas só passei duas camadas de Artsy da linha Hits Marimoon (devo mencionar que recebi a reposição dos pincéis da Speciallitá depois de mais de um mês) em cima do esmalte antigo – o Husky. Ficou lindo e sem as bolinhas!

E além do básico BB Cream, lápis de olho, rímel e batom, o único look mais diferente que eu usei foi um delineado preto e batom cinza. Eu queria usar propriamente o delineador da Darling Girl, mas como sou péssima com delineadores, fiquem adiando até não conseguir mais. Usei a caneta delineadora da Oceane Femme, o Acqua Liner na cor Shotgun da Darling Girl e o batom Chinchilla da Lime Crime.

Ahn, e usei minha pulseira linda da Alice no País das Maravilhas, com MUITOS pingentes *_*

Se eu conseguir, espero brincar mais de maquiagem essa semana =)

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Filme: Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras

Nossa, recentemente, estou em uma espécie de overdose de Sherlock Holmes. É série, filme… e parece que conto da vez é o “The Final Problem” – que era para ser o último conto escrito por Sir Arthur Conan Doyle, um conto em que Sherlock e Moriarty, após Sherlock descobrir a trama de Moriarty para gerar uma guerra mundial entre as principais nações do mundo, se enfrentam num confronto final e supostamente se matam. Tanto o último episódio da segunda temporada da série Sherlock quanto esse filme são baseados nesse conto.

O filme começa com Sherlock Holmes perseguindo Irene Adler disfarçado de chinês (colocaram Sherlock como o mestre dos disfarces nesse filme). Irene Adler iria entregar um pacote que continha uma bomba para um famoso médico. E, mesmo tendo Sherlock evitado a explosão, o médico é assassinado. A partir disso, Sherlock Holmes busca provar que vários incidentes internacionais, inclusive a morte do médico, estão conectadas – e tudo leva a crer que seu arqui-inimigo, Professor Moriarty, está por trás disso tudo. A história nos revela que Moriarty tem grandes planos e pretende eliminar qualquer pessoa que puder se intrometer/atrapalhar.

Não vou negar que o elenco foi bem escolhido, embora Robert Downey Jr não me convença como Sherlock – ele está mais para bêbado e drogado do que para um gênio louco. Gostei do ator escolhido para o Moriarty – realmente é aquele tipo de gênio totalmente psicopata. E Jude Law foi um ótimo Watson: uma mistura de tentativa de ser sensato/responsável, com um toque de gosto pelas aventuras do amigo Sherlock.

Uma das poucas coisas que realmente me incomodou foi o excesso de câmera lenta na cena da floresta. Claro que essa cena pedia alguns momentos de câmera lenta (principalmente quando as balas atravessavam as árvores), mas achei desnecessário transformar uma cena de 2 minutos em uma cena de 10 só para abusar desse tipo de efeito.

O filme é BOM, bem feito (figurinos e efeitos ótimos), é uma ótima adaptação do conto “The Final Problem” (bem mais fiel do que eu poderia esperar), vale a pena assistir no cinema. No entanto, devo admitir que o timing do lançamento do filme não foi dos melhores. Acho que o filme deveria ter sido lançado antes e não na mesma época que a série Sherlock da BBC – depois de ver a série e perder o fôlego inúmeras vezes com ela, o filme não me impactou tanto.

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Porque você tem a preferência?

Uma coisa que está me deixando descrente e até meio revoltada é essa coisa de atendimento preferencial. Segundo a lei, pessoas idosas, deficientes, mulheres grávidas e pais com criança de colo tem direito a atendimento preferencial nos estabelecimentos.

Já vi de tudo para se abusar desse direito de atendimento preferencial. A criança estava correndo feito louca há dois minutos atrás e a mãe ou o pai pega o menino no colo só para passar na frente de uma fila, uma mulher estufando a barriga para se passar por grávida, uma pessoa que tem o direito furando a fila na frente de outra pessoa que também tem o direito, gente que leva avó que mal agüenta andar para fila de ingresso só para comprar primeiro, pessoas PAGANDO para pessoas que tem o direito fingirem que são parentes delas só para passarem na frente… é cada ABSURDO!!!

É triste ver o Office Boy na correria para tentar resolver algo no Banco ou nos Correios aí me aparece aquele menino, que claramente não tem NADA para fazer o dia inteiro, com a avó só para passar na frente (porque enquanto ele é atendido preferencialmente, a avozinha fica sentada confortável, sem mexer um músculo).

Pior é quando as pessoas ainda jogam na cara dos outros: “Nossa, ainda bem que não terei que enfrentar essa fila, porque tenho atendimento preferencial” (e normalmente quem faz isso é a pessoa que está acompanhando alguém que tem o direito, porque se ela tivesse sozinha, teria que enfrentar a fila). É totalmente desnecessário, né?

Eu entendo que essa lei foi criada porque essas pessoas (idosos, grávidas, deficientes, pais com criança de colo) são pessoas que tem MENOS condições de ficar na fila, mas tem que ter senso para tudo, né? Tem gente usando o direito preferencial para furar fila de carrinho de cachorro quente! Aí não, né! Falta MUITO senso!

Sinceramente, eu concordo que para banco, correios, supermercado e afins, esse direito deva existir. Só que eu também acho que esse direito não deveria se aplicar em restaurantes, lanchonetes, lojas menores e locais semelhantes, porque existem OUTRAS opções. Explicando: se você escolheu comer em um restaurante, mesmo vendo que a fila de espera está grande e principalmente se você está acompanhando de outras 10 pessoas (e nenhuma delas tem o direito de atendimento preferencial), você não tem que passar na frente dos outros que estão ali há bem mais tempo. Se seu filho ou neto ou você quer uma casquinha de sorvete de sobremesa, você não deve furar a fila na frente de outras pessoas só porque você tem o direito, afinal VOCÊ escolheu enfrentar aquela fila, mas não é algo que você PRECISA ou é algo URGENTE…

As pessoas precisam parar de se aproveitarem de um direito para agir com total falta de educação. Parece que dói não usar esse direito, que é obrigação furar a fila, mesmo que você tenha tempo sobrando ou está na fila porque quer um luxo/mimo.

Respeitem as outras pessoas, não é só porque você tem um direito diferenciado que tem que passar por cima de todo mundo – tem gente que está na fila do Banco ou dos Correios durante o horário do almoço, tem gente que tem prazos a cumprir… (E eu acho que as grávidas e pais com crianças no colo deviam respeitar ainda mais as outras pessoas, porque a condição delas é passageira).

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Maybelline Hydra Extreme Matte

Como vi algumas blogueiras que tem o gosto semelhante ao meu falando muito bem da linha Matte da Maybelline, decidi comprar algumas cores para conhecer. A embalagem é bem normal, vermelha com detalhes na cor prata (e toda a informação, incluindo validade e ingradientes fica no lagre transparente, o que não é muito agradável, uma vez que você sempre joga o lacre fora).

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A cor que eu mais desejava, obviamente, era o roxo (Plum Me). Não me arrependi nadinha. É um roxo mais escuro (bem mais escuro que Airborne Unicorn da Lime Crime, Excite da Bside ou Up the Amp da MAC) e totalmente matte. Por incrível que pareça, não é tão seco, a cor é LINDA e vou usar sempre que puder. Nossa, fiquei apaixonada por esse batom.

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O vermelho (Forever Red) é daqueles vermelhos clássicos que fica super sofisticado com praticamente qualquer look. É um vermelho aberto, bem matte, um pouco seco, mas não muito. Ahn, e essa cor mancha bastante, mas eu não ligo para isso, pois já estou acostumada com isso em outros batons que tenho (quem ainda não tem uma cor como essa, acho que deve arriscar!). O único problema é que eu já tenho muitos batons desse tom de vermelho e estava atrás de um mais escuro. Acho até que tem um vermelho mais escuro nessa coleção, verei se o encontro (e devo comprar o laranja também, veremos)!

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O Play Peach foi a terceira cor que eu comprei, porque adoro esse tom para usar no dia a dia (foi a primeira cor que eu usei/fiz swatch). Ao mesmo tempo em que a cor é realmente linda, a fórmula desse batom me decepcionou bastante. Nos swatches que vi pela internet, o batom não parecia tão seco quanto ficou em mim – na minha boca, ficou BEM ressecado (mais do que o normal para um batom Matte), e destacou todas as falhas dos lábios. Além disso, eu tive outro pequeno probleminha com o Play Peach: logo na primeira passada o batom QUEBROU! E olha que eu nem abri tanto do produto para ele quebrar. Felizmente eu ainda estava no shopping e troquei por um novo (que veio bem torto e passível de quebra se não forem tomados os devidos cuidados) – fiquei pensando: será que é o lote?

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Tirando o Play Peach, achei os outros muito interessantes e vale muito a pena investir: cores bonitas, acabamento bonito, duração de 4 horas mais ou menos (o vermelho dura um pouco mais). Cada batom custou R$18,90 na Drograria Araújo e ao comprar eles, ganhei uma nécessaire lilás.

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Conhecendo a Evil Shades Cosmetics

Mais um post de marcas indie que eu conheci recentemente com a Black Friday (sim, eu fiz a festa =D)! A Evil Shades Cosmetics me encantou principalmente pelo visual da loja e como ouvi falar MUITAS coisas boas sobre a marca, decidi fazer uma comprinha. Comprei basicamente amostras – para conhecer mesmo – e não me arrependi. Escolhi três sombras, dois blushes, um produto labial e um spectrum pot (explicarei o que é isso). Vale comentar que até a embalagem das amostras é super fofa!

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As três sombras que escolhi foram: Wanderflower (azul escuro), Pagan Trees (verde), Death by Fruitcake (bege). Nossa, são três cores absolutamente lindas, acertei mesmo. Amei o azul – estava em busca desse tom de azul há um bom tempo -, mas as outras cores são lindas. Não mancham, são bem concentradas (isso significa que elas não espalham muito quando bate o vento e por isso fazem menos bagunça), fáceis de usar, super pigmentadas… sinceramente, acho que não tenho nada contra essas sombras, gostei mesmo! (swatches feitos com o primer de sombras da Koloss)

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Os blushes escolhidos foram o Ravishing (pêssego) e o Pouty (lilás). Eu estava DOIDA com um blush lilás e fiquei super empolgada quando esse chegou, pois ele é matte, nada de brilhos! Ficou LINDO!!! É ótimo para os dias que você quer cor na maquiagem, mas não quer mexer com batons muitos coloridos nem sombras. O Ravishing é mais clássico e tem uns brilhinhos bem discretos. Os brilhos são tão discretos que eu devo usar esse blush no dia a dia sem problema algum =)

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Ravishing

Pouty

Também escolhi um produto labial, que é daqueles glosses/batom ou batom líquido… como preferir. A loja chama de Hardcore Lips. Escolhi a cor Just like candy, que é um lilás metálico. Achei ele MUITO metálico para mim, mas é bonito. Ainda fica bem transparente, mesmo sendo super pigmentado. Lembra muito o Tentacle Grape da Geek Chic Cosmetics, mas mais claro.

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E por fim, o Spectrum Pot na cor Visible Violet. O spectrum pot é um tipo de base cremosa para as sombras, com um toque de cor (tipo o Jumbo da Nyx, mas em potinho). No caso, escolhi a roxa, porque tenho muitos pigmentos dessa cor. A textura dela é um pouco complicada (é um produto para usar como base mesmo, porque sozinho ele fica esquisito) – parece que esfarela – mas ela não acumula nas dobrinhas com o passar do tempo (o que é bom).

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Passei (bem mal passado) a sombra Flower Girl da Beauty Rush (VS) em cima do Spectrum pot, e ela ficou mais roxa.

Agora eu devo partir para os full sizes. Para comprar, acesse o site www.evilshades.com (eu paguei um pouco menos de U$15 no pedido inteiro, na Black Friday)

(Mais fotos no meu FLICKR!)

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Conhecendo Linnaeus Cosmetics

Outra marca indie que pude conhecer com as promoções da Black Friday foi a Linnaeus Cosmetics. Fiz um pedido de 20 amostras sortidas (recebi até mais que 20) – e paguei U$15 (isso com frete), o que é BEM barato.

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Impressões gerais: gostei bastante das cores que recebi – e foram todas uma surpresa mesmo! Veio tudo direitinho e as amostras são bem maiores do que as de outras lojas, o que me deixou mega empolgada. As únicas cores que eu não gostei foram os vermelhos – eles mancham muito. Todos os swatches foram feitos usando o primer de sombras da Koloss como base.

Azuis/Roxos (Da esquerda: Show Off, Truculent, Ru Blu, Flutter)

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Laranjas/Amarelos (Da esquerda: Bouffant, Mondo, Charismatic, Swank)

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Verdes (Da esquerda: Skittering, Cyranose, Jounce, Pollywog, Hope)

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Vermelhos/Rosas (Da esquerda: Archetypal, Alacritous, Go Go Flamingo, Puerile)

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Marrons (Da esquerda: Myth, Cliff line, Kalahari, Aberrant, Hop, Tough Stuff)

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Se fosse para escolher algumas favoritas, eu diria que gostei muito da Flutter e da Go Go Flamingo. A Pollywog também faz meu estilo!

Para comprar essas ou outras sombras, acesse: linnaeuscosmetics.com =)

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Darling Girl Deer Christmas Collection

Tive que fazer esse post separado para destacar essa coleção. A coleção de Natal da Darling Girl, denominada Deer Christmas, tem muita coisa legal. Como eu não conseguia me decidir, pedi tudo, em amostras pequenas. São 9 sombras, 3 glitteres e 1 blush.

Sombras: essa coleção tem sombras para todos os gostos, de nudes a verdes e azuis.  Gostei muito da Dancer e da Cupid e a cor que menos gostei foi a Prancer. Elas são bem pigmentadas, fáceis de trabalhar (mesclam bem e não mancham). Swatches foram feitos usando o primer da Koloss de base.

Da esquerda superior: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Rudolph, Donner, Blitzen (com flash)

Da esquerda superior: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Rudolph, Donner, Blitzen (sem flash)

Da esquerda: Dancer, Cupid, Vixen, Comet, Blitzen, Donner, Prancer, Rudolph, Dasher (com flash)

Da esquerda: Dancer, Cupid, Vixen, Comet, Blitzen, Donner, Prancer, Rudolph, Dasher (sem flash)

Glitteres: Eu sou meio anti-glitter, coisas cintilantes e afins, mas recentemente estou tentando mudar essa idéia – vejo tanto look bonito pela internet com glitter, que passou da hora de mudar de idéia (acho que antes eu só conseguia ligar o uso de glitter em maquiagem com a Globeleza). Os glitteres da Darling Girl são muito fininhos – o que me agradou bastante, porque parecem mais discretos. O meu favorito é o azul (White Christmas), tive mil idéias para usá-lo e assim que tiver um tempinho, tento colocar algumas em prática. Swatches foram feitos usando o Pixie Epoxy da Fyrinnae.

Da esquerda: Reeinder Kiss, Jingle Bells, White Christmas

Da esquerda: White Christmas, Reeinder Kiss e Jingle Bells (com flash)

Blush: O blush Berry Merry é um blush duochrome. No caso desse blush, é um rosa envelhecido que reflete como um rosa mais metálico, com alguns brilhos. Achei super interessante, é uma cor que eu uso bastante, e é uma opção bem discreta para usar a noite – o efeito duochrome não é daqueles que deixa a pele com aparência daquelas tintas de homem-estátua e mesmo com os brilhos, não fica parecendo que você colou purpurina.

 

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Achei que as escolhas de cores e de produtos para a linha combinaram com o Natal. Fiquei encantada com os produtos e com a marca (a qualidade é muito boa).

Para comprar, acesse o site da Darling Girl Cosmetics – o frete para o Brasil foi U$5,50 (considerando todas as coisas que comprei, foi bem barato).

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