Review – The Red Pyramid

Todo mundo que me conhece, sabe o quanto eu fiquei fã do Rick Riordan… ouso dizer que ele é meu autor favorito na atualidade.

De aniversário me dei o livro The Red Pyramid, primeiro livro da série The Kane Chronicles. Na primeira oportunidade (difícil, com tantas provas…), li o livro: AMEI!

Minha opinião:

Depois do mundo atrapalhado de Percy Jackson, chegou a vez de mergulharmos no caos das vidas de Sadie e Carter Kane.

Sadie e Carter são irmãos, mas ao mesmo tempo são completos desconhecidos: foram criados separadamente desde a morte da mãe. Sadie vive em Londres com os avós e Carter viaja com o pai ao redor do mundo.

Uma vez por ano, no Natal, eles se encontram e dessa vez não seria diferente: o pai de ambos, Dr Julius Kane, leva os irmãos para um passeio peculiar no Museu Britânico e literalmente explode a Rosetta Stone, um dos artefatos mais valiosos relacionado ao Egito.

O que ninguém contava é que ao explodir esse artefato, o Dr Julius soltou cinco deuses do Egito, incluindo o Deus do Caos – Set (No Egito, vale ressaltar, não predomina o bem sobre o mal, e sim a ordem sobre o caos).

Carter e Sadie descobrem, então, que devem ficar juntos, e a eles é revelado um grande segredo de família: ambos pertencem a uma linhagem de faraós, com capacidade de realizar MAGIA! Os dois, com a ajuda da gata de Sadie, Muffin (que hospeda Bast, a deusa dos gatos), irão viajar pelos locais mais improváveis, descobrindo segredos desse mundo da magia egípcia e o segredo dos deuses para tentar derrotar Set e resgatar seu pai (preso em uma espécie de caixão, pelo deus Set).

Ahn, vale ressaltar que além de ter que enfrentar Set, os irmãos terão de escapar dos próprios mágicos egípcios, que os consideram uma ameaça: além de serem de uma linhagem de dois importantes faraós (porque uma só linhagem não os daria tanta propensão a magia), ambos os irmãos se tornaram godlings – hospedeiros de deuses egípcios -, sendo que Carter hospeda Hórus, e Sadie hospeda Ísis. Como libertar os deuses, presos no Duat (uma espécie de outra dimensão para os egípcios), é extremamente proibido, claro que os irmãos estão cheio de problemas!

O livro é cheio de informações e curiosidades sobre o Egito, claro, e ficamos sempre sedentos por mais informações! Senti falta, porém do humor mais irônico do Percy Jackson – as “cutucadas” entre os irmãos Carter e Sadie são legais, mas não chegam perto dos comentários do semi-deus.

Como sempre, Rick Riordan deixa poucos buracos (os quais devem ser tapados ao longo da série) e cativa o leitor, tentando contar uma história totalmente fantasiosa, mas ao mesmo tempo se esforçando ao máximo para mantê-la bem próxima da realidade. A leitura vale a pena, no geral, e a narrativa é bem diferente, uma vez que os irmãos se intercalam para contar a história, que, segundo o Rick Riordan, foi retirada de uma gravação.

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