Review: Atherton – A Casa do Poder

Livro: A casa do Poder

Serie: Atherton

Autor: Patrick Carman

A história fala de Edgar, um menino órfão que vive nas Terras Médias de Atherton e trabalha no pomar do Sr Ratikan. Edgar tem como destino descobrir os mistérios de Atherton e tentar fazer desse mundo algo melhor. Para isso, ele deve encontrar um livro que explicaria esses mistérios… e para isso, o menino parte em diversas aventuras, escalando paredes e fazendo amigos.

Explicando: Atherton é uma terra a parte, dividida em três regiões: Terras Altas, Terras Médias e Planície. Nas Terras Altas vivem as pessoas letradas, com cavalos. Essas pessoas possuem fácil acesso à água e a comida (produzida também pelas Terras Médias). As Terras Altas, no livro, representam o poder, a cobiça e vários outros defeitos dos seres humanos. Nas Terras Médias existem três aldeias: pomar de figos, as aldeias dos coelhos e as aldeias das ovelhas. Esses três locais possuem o acesso à água e à comida restringidos pelas demandas das Terras Altas. A Planície, por sua vez, esconde diversos mistérios: tanto acerca das criaturas que lá habitam quanto outros mistérios.

E através dessas três áreas, separadas por um desfiladeiro, Atherton existe. Vale ressaltar que Atherton foi um mundo criado por um cientista louco para dar a oportunidade de recomeço aos homens; As pessoas que habitam Atherton já habitaram outro mundo, o qual fora completamente devastado. Atherton, portanto, é um mundo aparentemente simples e que esconde diversos mistérios.

Os mistérios de Atherton, no entanto, começam a aparecer quando as Terras Altas se afundam nas Terras Médias (o desfiladeiro que separam ambas as regiões começa a desaparecer, até que fique tudo plano). E uma batalha entre Terras Altas e Médias se inicia, ao mesmo tempo em que um novo perigo – as criaturas da planície – torna-se iminente.

O livro é uma grande lição de moral, o qual tenta demonstrar os perigos da exploração excessiva do planeta Terra e da ambição dos homens. As máquinas, a poluição e a devastação não só transformaram a Terra em 2105 (ano da história) em um Planeta Sombrio, sendo que o azul e verde que conhecemos atualmente se perderam para tons marrons e cinzas – ou seja, o planeta ficou realmente FEIO.

No momento, só o primeiro livro foi traduzido, mas espero que o segundo volume seja disponibilizado em breve… quero muito saber qual será o destino de Atherton (e quero que o autor, Patrick Carman, continue se inspirando em figuras importantes que defendem o meio ambiente, como Al Gore, pois é bom ler algo que reforça a consciência humana).

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