Bullying: o grande fantasma de muitas vidas

Tudo bem que eu não tenho nenhum interesse nos Colírios da Revista Capricho – acho bem desinteressante, na verdade. Só que se a idéia do programa não é das melhores, não significa que as pessoas que o fazem devam ser desrespeitadas. E um acontecimento sobre um deles me chamou a atenção: Colírio da Capricho sofre com bullying no Twitter e tenta suicídio.

Será que ainda NÃO entenderam que essas pessoas que acham certo fazerem mal aos outros devem ser punidas? Ainda NÃO entenderam que BULLYING é um dos piores crimes que se pode cometer atualmente?

Mais do que nunca, criei coragem para postar a minha história…

O que é bullying?

Bullying é o ato de se aproveitar da incapacidade de defesa (física ou verbal) de outro para atacá-lo fisicamente ou mentalmente, humilhando-o, ferindo-o ou privando essa pessoa da convivência social.

O bullying é mais comum em escolas ou na internet (onde as pessoas se escondem atrás de identidades falsas)  e ainda hoje, pouco é feito para se acabar com o problema, o qual, na minha opinião, começa dentro de casa: crianças são criadas com preconceitos pelos pais, são competitivas (e isso para elas pode significar acabar, literalmente, com a competição) e dificilmente aceitam o diferente. Isso, na escola, toma proporções catastróficas e pode resultar em suicídios, school shooters (crianças/adolescentes que entram armadas em escolas para tirar a vida de colegas e professores) e, na melhor das hipóteses, em aumento da incidência de depressão em jovens.

Clique em “Manter a Leitura” para ouvir a minha história…

Eu já sofri…

(Não tenho necessidade, nem nunca vou publicar o nome das pessoas que me fizeram mal… elas que se virem com a própria consciência =) )

Eu nunca fui a estudante mais inteligente ou a mais bonita ou a mais popular, mas eu tirava notas boas e era normal. E então, na quinta série mudei de colégio… foi aí que o pesadelo começou. Nunca soube se sofri bullying por inveja, porque as pessoas que praticavam bullying achavam que era divertido ou por que as pessoas eram simplesmente más.

Foi quando, na sétima série, me vi completamente sozinha, as pessoas que conversavam comigo não o faziam mais, pois era “queimação de filme” e elas queriam conviver com os populares… e essas mesmas pessoas ainda riam de mim, apontavam o dedo e mais do que nunca, queriam me ver no fundo do poço – queriam que eu falhasse em tudo. Parece que minhas qualidades nunca eram suficientes: era divertido me ver falhar, eles sempre tentavam passar que eu nunca seria uma boa companhia (por não ser bonita ou popular) ou que eu nunca seria boa em NADA… as pessoas eram falsas comigo, não tinham medo de me rejeitar, de me escolher por último na Educação Física e eu só conseguia duplas para trabalho, porque sempre fui dedicada (ou seja: eu teria que fazer o trabalho todo para conseguir notas boas!)… ahn, e alguns professores também cooperavam: premiavam e incentivavam os populares e ignoravam os alunos que, mesmo excluídos, tiravam notas boas.

É difícil falar, pois foi realmente um período devastador…

Eu entrei em depressão, eu chorava, eu não queria ir a escola… mas tinha que ir (ainda mais que meus pais estavam em uma situação financeira ruim e eu tinha uma espécie de bolsa de estudos parcial na escola)… tinha que enfrentar as mesmas pessoas todos os dias. Esse tipo de pessoa revirava os olhos quando eu sabia responder alguma pergunta em sala de aula, fingiam se divertir enquanto eu passava, só para ver minha reação… porque não era o suficiente me excluir, era necessário também me humilhar e me torturar psicologicamente.

Tudo se resumia a seguinte idéia: ninguém nunca vai sentir falta de você, você é totalmente dispensável nesse mundo. E eu me via perdida, no fundo do poço, pensando que ninguém se importava, tentando pensar no que havia de tão errado comigo (o problema tinha que ser eu), que eu não faria falta, que o mundo seria melhor sem mim… o mundo seria melhor sem mim?

Cheguei a cogitar tantas possibilidades horríveis, inclusive suicídio e me cortar – eu estava tão ferida, que as feridas físicas pareciam não doer mais. Doía para respirar, para pensar, para viver!

Foi quando uma frase de uma música mudou minha vida (e eu tinha 12/13 anos): Em Adam’s Song, do Blink 182, que fala sobre um garoto que se suicidou, eles cantam “Tomorrow holds such better days” – era o que eu precisava: ESPERANÇA.

Minha maior vitória, portanto, seria não me importar, atropelar tudo isso, ser feliz e mostrar que eu era feliz! Pois era exatamente isso que eles não esperavam…

A história se repetiu outras vezes (de ser abandonada por quem eu considerava um amigo), e as pessoas ainda envenenavam outras sobre mim…

E eu consegui sair do fundo do poço, conquistei TANTAS coisas, realizei muitos sonhos, mesmo passando por tudo isso… mas fiquei cheia de cicatrizes…

Eu converso com as pessoas, mas para mim é difícil me prender a alguém, tenho sempre a sensação de que quanto mais eu me aproximo, mais eu lembro das pessoas que eu considerava como amigas e do que elas me fizeram passar… e então eu me afasto. Eu não gosto (chego a ter medo) de muito contato físico, culpa das pessoas que colavam mensagens nas minhas costas ou aproveitavam a proximidade para abaixar as minhas calças em público (sim, isso já aconteceu comigo!). E aprendi a não me importar com as conquistas ou derrotas dessas pessoas, finjo que não as conheço… até aparento ser anti-social por causa disso tudo, mas foi a maneira que eu encontrei de sobreviver!

É difícil, mas não é impossível… o primeiro passo é perceber que o problema não é você, e sim nas outras pessoas que foram criadas com preconceitos e com a visão de que só é possível se dar bem na vida ao derrubar os outros. Depois, é preciso se agarrar a alguma coisa que te faça bem: seja livros, música, uma atividade extracurricular (línguas estrangeiras, pintura, dança) ou qualquer outra coisa. No meu caso, me agarrei às músicas e através delas que eu aprendi inglês (sem nunca ter feito curso particular)!

Por fim, converse: compartilhe sua experiência… ninguém é obrigado a (nem deve) sofrer calado!

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15 pensamentos sobre “Bullying: o grande fantasma de muitas vidas

  1. Pingback: Tweets that mention Bullying: o grande fantasma de muitas vidas « Louca Vida de Sechs -- Topsy.com

  2. Eu também sofri bullying. Qdo mudei de particular para pública. A mudança também foi devido a situação financeira. Eram 4 filhos e mantê-los, os 4, estudando em escola particular qdo se está desempregado, não dá né?
    Sofri por anos. Mudava de escola a cada 6 meses para não ter q encarar essas pessoas. Professores, diretores, não me ajudavam em nada. Na verdade, só faltavam rir e ajudar. Parei de estudar por 1 ano. Foi no último ano do ensino médio, q eu usava lentes e conheci as pessoas mais legais do mundo e elas me ajudaram a superar. Qdo entrei na faculdade, entrei com outra visão. Seria o MEU momento, a MINHA história q eu iria escrever e não os outros q o fariam por mim.
    Hoje sou quem sou. Algumas coisas ainda me machucam? Claro !!! Mas são apenas palavras ao vento de pessoas que não sabem nem mesmo qm elas são.
    Bullying É crime. Assédio moral mas vc sabe, nada funciona neste país

    • Como eu falei, o bullying é um grande fantasma: assombra muita gente e muitas outras nem acham que existe.

      Mas fiquei feliz de saber que você também superou!!! Acho que nascemos com a obrigação de nos importarmos com o que os outros pensam e quando descobrimos que não necessariamente tem que ser assim, a vida fica bem mais feliz!!!

  3. Pingback: Relato pessoal – Bullying: o grande fantasma de muitas vidas | Cyberbullying Brasil

  4. OLÁ MENINAS, EU TAMBÉM FUI VITIMA DE BULLYING NA ESCOLA, TINHA UMA PROFESSORA E ALGUNS ALUNOS QUE ADORAVAM ZOMBAR DE MIM. PASSEI POR ESSE PROBLEMA QUANDO ESTAVA NA OITAVA SERIE, GRAÇAS A DEUS SUPEREI, SEGUI EM FRENTE E HOJE QUANDO AS PESSOAS QUE ZOMBARAM DE MIM ME VEEM NA RUA ME OLHAM COM RESPEITO.
    É PRECISO TER MUITA FÉ E FORÇA PARA NÃO ENTRAR EM DEPRESSÃO.

    BJ
    SI

  5. achei seu post pelo fêicibuqui, nao resisti e achei q tinha q comentar. enfim, acho q eu já falei ha tempos num email do qto eu me senti mal qdo vi no q eu tinha me metido, né… Eu nunca sofri bullying, meu caso é diferente, eu me isolava pq eu era assim. Mas digamos q eu achava ruim eu ser isolada e quase ng falar comigo, e consequentemente, eu sobrar no colégio tb. Até pq, por mais q a gente (digo, pessoas como eu naquela epoca) tenha culpa no isolamento, sempre tem aquela magoazinha de quem isola. Aí mudei de colégio no ensino médio, tal tal tal, e no fim me vi no meio do q eu mais desprezava… É dose…

    E acho q esse assunto é bem mais complicado do que parece. Agora com meu irmão no colégio, eu vejo q mtos pais são meio q ‘responsáveis’ pelo q os filhos fazem, sabe… Pais que nao educam e ainda incentivam os filhos a “ficar por cima”. Graças a deus meu irmão nao tah envolvido nessas coisas, mas é preocupante… Esse assunto tem realmente q ser mais discutido!

  6. Me emocionei! Porque muitas pessoas nem percebem às vezes que estão praticando um ato de exclusão, tem pessoas que não percebem que um risinho irônico no momento que eu falo é sim uma atitude preconceituosa e negativa. Enfim, a maioria das pessoas vem praticando o bullying sem saber, sem a menor noção e isso não é de hoje.
    um abraço!

    • tambem acho que muita gente pratica bullying sem saber e muitas praticam por pura maldade… mas espero de coracao que isso mude e que as pessoas nao tenham que passar pelo que eu passei! =)

  7. Também sofri Bullying qndo entrei na 5ª série. Tipo, antes eu estudava numa escola estadual, era outro mundo, a escola diga-se de passagem era ótima, uma ótima relação aluno-Professor-Pais-Diretoria, lá eles repreendiam quem pratica-se bullying, pro exemplo. Mas tive q mudar de escola pq lá não tinha 5ª série.. Então o inferno começou.;.. Estudava numa escola com crianças q se axavam já OS adolescentes. Os mulks já saiam catando 10 nas baladas, as meninas eram super futeis, e só eu lá com mente de uma criança de 11 anos.
    E começaram a mee excluir pq eeu não fazia paarte do munddo da ”tendencia da idade. Não usava as roupas caras, não iam para as baladas, nãao gostava da música pop. Pra piorr a minha situação, mas q ao mesmo tempo depois me ajudou a superar isso, começei a gostar de rock mais pesado, principalmente do Evanescence. Aí já começaram a me chamar de gótico, depressivo, e etc….tambéem smepre tirei as melhores notas em história, geografiaa, inglês, espanhol e artes….
    Entãao eu virei o alvo preferido da sala. SEmpre faziam comentários maldosos nas minahs costas, roubavam partee do meu material, riscavammeus cadernos, e bla bla bla bla bla…
    Fiz poucos amigoos nessa escola, mas sabe, eles não me entendiam. Nunca me zuaram, mas pareciam não ver o q faziam comigo.
    E eu também nunca cheguei a receber agressão fisica, mas as psicologicas eram TÃO fortes q acho q eram até piores…
    Dos professores, só 3 tentaram me ajudar, fui mil vezes na diretoria, chamavam os pais dos caras q faziam bullying uma vez ou outra, mas ñ adiantava em nada….
    Mas chegou uma hora q eu não aguentava mais, ou era fazer qualquer besteira ou eu tinha q reagirr.. Foi nisso q as letras do Evanescence me ajudaram muito, principalmente a música ‘Going Under’ “Então, vá em frente e grite/Grite comigo, estou tão longe/Eu não serei quebrada novamente/Eu tenho de respirar, não posso manter-me afundada”.
    Então resolvi não ligar pra nada q eles dizessem, não acreditar em nada q saise da boca deles, nada. Muitas vezes tentaram me enganar, mas eu agia primeiro… E resolvi sair da particular no final da 7ª série… e fui pra um escol pública, onde conheçi as primeiras pessoas decentes q conheci em anos. Depois passei numa ete, onde estou terminando o ensino médio. E eu sou uam pessoa bem sociavel hoje em dia, onde quer q eu vvou consigo fazer amizades , muito facil, mas do que eu sofri nunc m esqueço, e por isso q sempre tento ajudar as pessoas q vejo qssofrem desse mau……..
    [E por coencidencia, o caara q mais me zuava, foi um dos candidatos finais do colírio da capricho… Mas não desejo isso para ele, eu sou bem mais evoluido q ele, desejar o mau paaraa os outros é para os fracos \dik] Sobre o menino q quase se suicidou, a fama as vezes trás , alem de pessoas q o admiram, mesmo sendo por qualquer coisa, também trás pessoas q vão odiar vc. A pessoa tem q estar preparada para isso. E infelizmente as pessoas usam dos piores artifícios para atacar outras pessoas. Sou TOTALMENTE contra o q fizeram com esse menino. Pois parte da intimidade dele foi exposta , uma coisa q é só dele… Por isos q eu digo, o ser humano é o pior bixo q existe… \fato

    ps: CARACA, MEU COMENTÁRIO FICOU ENORME :O
    ps²:

  8. Eu sofri bullying da primeira à quarta em um colégio e da quinta à oitava série em outro. Olhando pra trás, acho que alé de as crianças / adolescentes na época serem muito mau criados (colégio particuar), os professores eram incompetentes e não estavam nem aí, pois eu apanhava, era roubada e tudo mais, no colégio mais importante da minha cidade natal.

    E sempre sofri quieta, não contava pra minha mãe que é muito brava e psicopedagoga especializada em crianças carentes e abusadas, então o meu problema era mínimo… também tenho cicatrizes como você!

    Desde os 13 faço análise, paro, volto e fui melhorando muito com o tempo. Não sofri tanto, pois eu tinha o balé e a ginástica olímpica, sempre fomos todos muito unidos, mas ir para o colégio era uma tortura… não via a hora de chegar as férias. Nunca faltava para poder faltar no fim dos semestres e estudava feito louca para não ficar de recuperação.

    Hoje tenho orgulho de ser quem sou e agradeço por não ter estado nunca do outro lado, do lado de quem é autor desse crime cruel – eu acredito que na vida, tudo o que vai, volta, 3x mais.

    Enfim… é isso!

    Beijos

    ps.: eu adoro você, viu?! bichinha…

    • eu adoro vc tbm!!!

      acho bullying totalmente condenavel!!! E acho q temos mais eh q ter orgulho de nos mesmos por sobrevivermos e sermos bem mais felizes do que qualquer uma dessas deve ser =)

  9. Nanda…
    nossa meio que li este post por acaso mas confesso que fiquei surpresso, tipo pq te conheci na pré-estréia de PJeoLdR e achei você sei lá não é anti social mas que parecia muito fechada sei lá só inturmava mesmo com quem vc conhecia,mas eu nunca havia imaginado que havia toda essa história por trás…
    Sabe entendo muito bem você pois ainda estudo e vejo o que esta na minha frente e vejo como estão as coisas hoje no mundo, vejo tantas pessoas cometendo o bullying na minha escola tanta gente desprezando outros pela sua aparência ou sua religião ou cultura não sei são tantas coisas que vejo que não consigo entender pq isso existe e não sei como faço para poder ajudar…uma coisa que aconteceu este ano, entrou um professor novo de Ensino Religioso na escola e trabalhou com o tema bullying achei uma atitude simplesmente fantástica pois diminuiu e muito o bullying na escola acho que todos deviam tomar iniciativas assim…
    Não sei pq eu te admirava e agora te admiro muito mais Nanda por vc ter passado por isso e ter dado a volta por cima é isto que as pessoas devem endenter nada acontece por acaso e se aconteceu com vc naum foi em vão (vc apredeu inglês por exemplo) acho que vc deve sempre se lembrar das coisas boas que vc tirou disso(mas não esqueça as ruims pois não tem como) sabe e outra coisa que descubri agora tbeim sei pq vc e tão apegada assim ao que é seu heheheh
    Tudo de bom Nanda…
    Abçs!!!

    • gostei da atitude do seu professor =)

      e como eu falei, eh complicado falar que eu passei ilesa por essa fase… mas acho que as pessoas se acostumaram comigo =)

  10. Olá Fernanda
    Conheci seu blog através dos links do Pop Neon e estou me deliciando com ele aqui no meu trabalho. Achei vários posts maravilhosos, tentada mesmo a comentar, mas bate a preguiça e daí ja viu né… Mas esse post em especial me comoveu muito, porque passei por bullying em tudo quanto é lugar, até na facul (onde a coisa realmente ficou feia). Fiz até um texto desabafando um pouco do tempo do colégio, onde as provocações eram por conta de notas altas, por não ser a melhor nos esportes, nem a mais bonita. Mas eu tinha grandes amigos e onde estudei sempre tive professores maravilhosos que sempre me ajudaram. Como estudei a vida inteira em colégio publico, a realidade numa instituição particular foi um choque, além do que era bolsista e o curso é um dos mais caros da tal instituição e tem muita gente com alto poder aquisitivo que estuda. Então, o desfile de marcas, carros e afins já era um fator excludente. Mas novamente o tema notas altas piorou a situação e além do que não sou do tipo de nerd vendida por coisas como roupas e afins (como fazia a nerdzinha que competia comigo, mais arrogante e, detalhe, bolsista e mais pobre que eu). Já ouvi coisas como “você responde só pra se aparecer”. Acredito que por muito pouco não levei uma sova. Sentava na frente e depois passei pro fundão do fundão (porque o fundão tbm me detestava). E de repente a maré ficou a meu favor, as pessoas começaram a perceber que era tudo armado, que não existia qualquer motivo pra ter medo de mim. Tinha gente que jurava de pés juntos que eu era tão riquinha quanto eles (e igualmente arrogante como eles). Daí comecei a ver que foi toda uma situação armada pra deixar um determinado grupo de pessoas em evidência e esse grupo de pessoas começou a se destruir, era cobra comendo cobra, a coisa ficou feia pro lado deles e no fim da facul a única imagem que existia era do quanto que essas pessoas eram falsas e o quanto é bom não ter que acordar e passar mais um dia próximo a elas. E é isso. Tudo o qe vai volta, e bem ou mal, pude ver cada uma das pessoas que de alguma forma me perseguiu se dando mal, tomando consciência dos próprios erros (ou não).

    Beijos e parabéns pelo blog!

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