Filme: Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras

Nossa, recentemente, estou em uma espécie de overdose de Sherlock Holmes. É série, filme… e parece que conto da vez é o “The Final Problem” – que era para ser o último conto escrito por Sir Arthur Conan Doyle, um conto em que Sherlock e Moriarty, após Sherlock descobrir a trama de Moriarty para gerar uma guerra mundial entre as principais nações do mundo, se enfrentam num confronto final e supostamente se matam. Tanto o último episódio da segunda temporada da série Sherlock quanto esse filme são baseados nesse conto.

O filme começa com Sherlock Holmes perseguindo Irene Adler disfarçado de chinês (colocaram Sherlock como o mestre dos disfarces nesse filme). Irene Adler iria entregar um pacote que continha uma bomba para um famoso médico. E, mesmo tendo Sherlock evitado a explosão, o médico é assassinado. A partir disso, Sherlock Holmes busca provar que vários incidentes internacionais, inclusive a morte do médico, estão conectadas – e tudo leva a crer que seu arqui-inimigo, Professor Moriarty, está por trás disso tudo. A história nos revela que Moriarty tem grandes planos e pretende eliminar qualquer pessoa que puder se intrometer/atrapalhar.

Não vou negar que o elenco foi bem escolhido, embora Robert Downey Jr não me convença como Sherlock – ele está mais para bêbado e drogado do que para um gênio louco. Gostei do ator escolhido para o Moriarty – realmente é aquele tipo de gênio totalmente psicopata. E Jude Law foi um ótimo Watson: uma mistura de tentativa de ser sensato/responsável, com um toque de gosto pelas aventuras do amigo Sherlock.

Uma das poucas coisas que realmente me incomodou foi o excesso de câmera lenta na cena da floresta. Claro que essa cena pedia alguns momentos de câmera lenta (principalmente quando as balas atravessavam as árvores), mas achei desnecessário transformar uma cena de 2 minutos em uma cena de 10 só para abusar desse tipo de efeito.

O filme é BOM, bem feito (figurinos e efeitos ótimos), é uma ótima adaptação do conto “The Final Problem” (bem mais fiel do que eu poderia esperar), vale a pena assistir no cinema. No entanto, devo admitir que o timing do lançamento do filme não foi dos melhores. Acho que o filme deveria ter sido lançado antes e não na mesma época que a série Sherlock da BBC – depois de ver a série e perder o fôlego inúmeras vezes com ela, o filme não me impactou tanto.

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