Livro – Murmúrio

Sempre fico empolgada para ler os livros da série Riley Bloom. A Riley me conquistou de verdade, acho que a justificativa é a carisma da personagem – mesmo sendo uma menina teimosa e chatinha em alguns momentos.

Em Murmúrio, Riley vai parar na Itália, mais precisamente no Coliseu. A nova missão da menina é convencer um fantasma de um Gladiador a atravessar o véu que separa o mundo dos vivos do mundo dos espíritos. A missão foi atribuída a ela pelo conselho e ela deve realizá-la sozinha. E para deixar a situação ainda mais animadora, Riley descobre que vários antes dela já tentaram (a maioria mais experiente) e nunca sequer saíram do Coliseu.

Ao entrar no Coliseu, Riley se depara com um ambiente bem próximo da Roma antiga: vários gladiadores, romanos com togas etc que ignoram a presença de Riley. A menina percebe que encontrar o Pilar da Destruição não será tão fácil. Uma única pessoa nota Riley, uma menina chamada Messalina. Essa menina diz que Riley deve se adaptar ao meio se quiser encontrar com o gladiador. Para isso, ensina a menina a se vestir como uma pessoa da época e também a ensina a crescer! Riley ganha a aparência de uma adolescente, algo que sempre sonhou ter.

Ela começa a observar a história, os acontecimentos que antecederam a morte do Gladiador, e aos poucos repara que ele e Messalina estavam apaixonados e por olhar para ela para se despedir, ele foi visto como covarde. Riley descobre que o fantasma está preso no mundo dos vivos por não ter absorvido a sua infeliz derrota.

O que ela não percebe é que enquanto ela se aproxima de Messalina, ela aos poucos esquece quem ela é e vira cada dia mais uma coadjuvante na história – só que Messalina não contava com a força de vontade de Riley que não cede facilmente aos encantos da fantasma (e com a ajuda de Bodhi e Buttercupcake para lembrarem ela todos os dias quem ela realmente é).

Cada livro mostra um pouco do amadurecimento de Riley, mas esse é o primeiro que mostra claramente o crescimento dela como pessoa e a possibilidade dela ficar mais velha e até um aniversário. Ou seja, Alysson Noel nos mostra mais uma vez e de uma maneira bem interessante que nem a vida pós-morte é estagnada – os livros da série Riley Bloom são muito bons e fáceis de ler mesmo tratando de morte. E nesse livro também fomos apresentados a um possível par romântico de Riley… será que teremos um triângulo amoroso, incluindo Bodhi? Fiquei curiosa!

Além da expectativa pelo próximo livro, espero que a Summitt (que adquiriu os direitos para adaptar a história para o cinema) comece a filmar logo!!! A série Riley Bloom tem tudo para ser uma boa série de filmes.

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