Filme – Em Chamas (Jogos Vorazes)

Eu não sou super/hiper/mega fã de Jogos Vorazes, mas li toda a série e acompanhei um pouco o desenvolvimento do filme. De toda a série Jogos Vorazes (Jogos Vorazes, Em Chamas e Esperanças), Em Chamas é o livro que eu mais gostei. Por isso fui empolgada para assistir o filme.

em-chamas-poster

Nesse segundo filme, acontece a Turnê da Vitória, na qual os tributos vitoriosos – Peeta e Katniss – visitam os outros distritos para honrar a memória dos falecidos e também para fazer propaganda da Capital (e convencer a todos, principalmente o Presidente Snow, de que estão perdidamente apaixonados). Só que as coisas mudaram desde que os dois foram campeões: as pessoas não estão tão conformadas com os jogos e com o Capital e há esperança de mudar.

Quando, durante a turnê, rebeliões começam, o presidente Snow e o novo responsável pelos Jogos Vorazes decidem intervir. Com isso, é anunciado o “75º Jogos Vorazes”, no qual os tributos a participarem serão sorteados dentre os tributos que já venceram alguma das edições anteriores. Katniss e Peeta voltarão a arena, representando o distrito 12. E para sobreviver dessa vez, os dois devem buscar aliados dentre os tributos mais experientes.

Em meio a isso, temos o anúncio do noivado/casamento secreto e pseudo-gravidez de Katniss como forma de agradar e até comover o público. Gostei da transformação do vestido de noiva em Mockinjay (tordo) – os efeitos especiais ficaram melhores nesse segundo filme.

A arena de relógio ficou muito boa e tivemos uma boa amostra do que ela era capaz. Senti falta mesmo da perna amputada do Peeta – porque com isso ele se torna um incômodo maior para os aliados de Katniss e os obstáculos da arena ficam ainda mais complicados.

O ponto forte do filme, de longe, é o elenco. Os atores que assumiram os papéis dos vencedores de cada distrito, como Finnick, Johanna, Mags, e companhia, me encantaram! Cada um me cativou a sua maneira. E os atores que já faziam parte da franquia de filmes também não decepcionaram – fiquei triste com a cena do Cinna, mas Lenny Kravitz provou que foi uma ótima escolha para o papel. Haymitch e Effie continuam perfeitos!

As maquiagens no filme ficaram mais interessantes também  – Katniss foi melhor “tratada” pelo pessoal da Capital dessa vez, com visuais mais fortes e cheios de contrastes de preto, vermelho e dourado.

O filme é tão fiel ao livro quanto poderia ser, mas eu fiquei desapontada que as cenas na Arena, mais uma vez, ficaram corridas (ainda que bem feitas). Eles gastaram MUITO tempo do filme com a primeira parte da história, com o Gale sendo chicoteado, com a ideia de revolução… Isso, em minha opinião, deixou o filme bem cansativo e fraco. As partes mais emocionantes da arena passaram como um flash e de repente estamos na aeronave e o filme acaba.  E se continuar nesse ritmo, terei muita preguiça de assistir Esperança (ainda mais que serão dois filmes – parte I e II) – ainda mais por ter sido o livro que eu menos gostei.

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